SULFUR

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Folheto / Bula do Medicamento


Recomendações

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SULPHUR


S ; 32,06

Sinonímia homeopática. Sulphur sublimatum lotum, Sulphur lotum, Sulphur depuratum, Sulfur.

Nome químico. enxofre

DESCRIÇÃO

Caracteres físico-químicos. Pó fino, amarelo-limão, insípido e de odor característico.

Solubilidade. Insolúvel em água, ligeiramente solúvel em etanol, solúvel em sulfeto de carbono e
em óleo de oliva (1:100).

Faixa de fusão. 118 – 120 ºC.

Incompatibilidades. Ácido pícrico, cloratos, nitratos, carbonato de potássio, metais, sais e
compostos metálicos em geral, sub-nitrato de bismuto, ácido nítrico, persulfatos alcalinos,
peróxidos e permanganatos alcalinos.

Densidade relativa (V.2.5) F. Bras. IV. Cerca de 2,06.

ESPECIFICAÇÃO

Contém, no mínimo, 99% e, no máximo, o equivalente a 101% de S, calculados sobre substância
seca.

IDENTIFICAÇÃO

A. O enxofre sublimado e lavado, queima com pequena chama azulada desprendendo dióxido de
enxofre de odor característico.

B. A 0,1 g da amostra, adicionar 5 ml de água de bromo SR. Levar à ebulição mantendo a mesma
até completo descoramento da solução. Filtrar. A 2 ml do filtrado, acrescentar 1 ml de ácido
clorídrico 1 % (V/V) e 1 ml de solução de cloreto de bário 1% (p/V). Observa-se formação de
precipitado branco.

ENSAIOS DE PUREZA

Agitar 5 g da amostra com 50 ml de água purificada previamente aquecida e resfriada. Deixar
repousar e filtrar (Solução teste).

Limpidez e cor da solução. A Solução teste deve ser incolor.

Acidez. A 5 ml da Solução teste, adicionar 0,5 de solução de fenolftaleina SI. Para a viragem do
indicador não devem ser necessários mais que 0,2 ml de solução de hidróxido de sódio 0,01 M.
Acrescentar 0,3 ml de solução de ácido clorídrico 0,01 M. Observa-se descoramento da solução.

Cloretos. Diluir em água purificada, 6,25 ml da Solução teste até o volume de 15 ml. A solução
deve satisfazer ao ensaio-limite para cloretos (V.3.2.1) F.Bras. IV. No máximo 80 ppm.

Sulfatos. 15 ml da Solução teste deve satisfazer ao ensaio-limite para sulfatos (V.3.2.2) F. Bras. IV.
No máximo 100 ppm.

Arsênio. Agitar, durante 1 hora, 2,5 g de enxofre com 50 ml de hidróxido de amônio a 10% (V/V).
Filtrar. Evaporar 25 ml do filtrado até a secura. Ao resíduo, adicionar 2 ml de água purificada e 3 ml
de ácido nítrico a 10% (V/V). Evaporar a solução em banho-maria fervente até a secura. O resíduo
deve satisfazer ao ensaio-limite para arsênio (V.3.2.5) F. Bras. IV. No máximo 8 ppm.

Perda por dessecação. 1 g da amostra aquecida por duas horas em estufa entre 100-105 ºC deve
perder no máximo 1% de sua massa.

Resíduo de calcinação. 2 g da amostra submetidas à calcinação a 800 ºC deve apresentar resíduo
inferior a 0,1 %.

DOSEAMENTO

Pesar 1 g, com precisão de 1 mg, de enxofre previamente seco em dessecador a vácuo, sobre ácido
sulfúrico, por 4 horas. Adicionar 50 ml de hidróxido de potássio 1 M em etanol a 96% (V/V).
Aquecer a mistura até que todo o enxofre seja dissolvido. Adicionar água purificada até completar o
volume de 250 ml. Transferir exatamente 25 ml para bequer de 400 ml, acrescentar 50 ml de
peróxido de hidrogênio a 3% e aquecer em banho-maria por 1 hora. Em seguida, acidificar com
quantidade suficiente de ácido clorídrico a 10% (V/V) acrescentando, logo após, 200 ml de água
purificada. Aquecer até a ebulição. Acrescentar, gota a gota, cloreto de bário 12% (p/V) dissolvido
em água purificada, até que não haja mais precipitação. Aquecer a mistura em banho-maria por 1
hora. Em seguida filtrar através de cadinho filtrante de porcelana de fina porosidade, previamente
o
calcinado a 800 C e após resfriamento, tarado. Transferir todo o precipitado para o cadinho e lavar
com água quente e depois com etanol.
o
Em seguida calcinar o cadinho com o precipitado, à temperatura de 600 C, por 1 hora. Após
resfriamento em dessecador pesar o cadinho e calcular a massa do precipitado obtido. A massa de
sulfato de bário obtida multiplicada por 0,1374 representa a quantidade de enxofre na amostra.

CONSERVAÇÃO

Em recipiente bem fechado.

FORMAS DERIVADAS

Ponto de partida. Enxofre lavado e sublimado (S).

Insumo inerte. Utilizar lactose até 3CH ou 6 DH e para as demais, seguir a regra geral de
preparação de formas farmacêuticas derivadas.

Método. Hahnemanniano (XI. I), Korsakoviano (XI.II), Fluxo Contínuo (XI.III); Farm. Hom. Bras.
II, 1997.

Dispensação. A partir da 1CH ou 1DH seguindo regra geral de dispensação.

Conservação. Em frasco de vidro neutro, âmbar, bem fechado.



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