NATRUM SULPHURICUM

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Folheto / Bula do Medicamento


Recomendações

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  • Lembre-se, sempre verifique com seu médico, a informação que nós oferecemos é indicativa e não de forma alguma substituir a de seu médico ou outro profissional de saúde.


NATRUM SULPHURICUM


Na2SO4 ; 142,04

Sinonímia homeopática. Natrii sulfas anhidricus, Natrum sulphuratum, Natrum sulfuricum,
Natrum sulfuricum siccum, Sodii sulphas, Sulfas sodicus, Natrium sulphuricum.

Nome químico. sulfato de sódio anidro

DESCRIÇÃO

Caracteres físico-químicos. Pó branco medianamente fino, inodoro, de sabor salgado e levemente
amargo, higroscópico.

Solubilidade. Facilmente solúvel em água (0,2:1), insolúvel em etanol, éter e clorofórmio.

Ponto de fusão (V.2.2) F. Bras. IV. 888 ºC.

o
Ponto de ebulição. Decompõe acima de 890 C.

o
Densidade relativa (V.2.5) F. Bras. IV. 2,70 g/ml a 20 C.

Incompatibilidades. Sais solúveis de cálcio, de estrôncio, de bário, de prata e de chumbo.

ESPECIFICAÇÃO

Contém, no mínimo, 99,0% e no máximo 100,5% de Na SO calculado com relação à substância
2
4
seca em estufa por duas horas a 100 ºC.

IDENTIFICAÇÃO

Dissolver 1 g da amostra em 10 ml de água purificada (Solução A).

Sulfato. A 5 ml da Solução A adicionar 5 ml de solução de cloreto de bário 0,1 M, forma-se
precipitado branco de sulfato de bário insolúvel em ácido clorídrico e em ácido nítrico diluídos.

Sódio. Umedecer alça de platina com Solução A. Levá-la à zona redutora (não iluminante) da
chama do bico de Bunsen. Observa-se chama não luminosa de cor amarela intensa, a qual não é
observada quando se lhe interpõe lâmina de vidro azul-de-cobalto.

ENSAIOS DE PUREZA

Dissolver 2,2 g da amostra, em água purificada e completar o volume para 100 ml (Solução teste)

Acidez ou alcalinidade: Adicionar 1 gota de solução de azul de bromotimol SI a 10 ml da Solução
teste. Não deverá ser necessário mais que 0,5 ml de solução de ácido clorídrico 0,01 M ou de
solução de hidróxido de sódio 0,01 M, para a mudança de cor do indicador.

Arsênio. 2,5 g de sulfato de sódio deverão satisfazer ao ensaio-limite de arsênio (V.3.2.5 – Método
I ) F. Bras. IV. No máximo 10 ppm
Cloreto. Levar 5 ml da Solução teste a volume de 15 ml com água purificada. A solução deverá
satisfazer ao ensaio-limite para cloretos (V.3.2.1) F.Bras. IV. No máximo (200 ppm).

DOSEAMENTO

Dissolver cerca de 250 mg da amostra, pesada com precisão de 1 mg, em 250 ml de água
purificada. Acrescentar 10 ml de ácido clorídrico 2 M. aquecer até a fervura e adicionar quantidade
suficiente de solução de cloreto de bário 0,25 M até que não haja mais precipitação. Aquecer em
banho-maria por 60 minutos, agitando ocasionalmente. Recolher o precipitado formado filtrando-o
através de funil de vidro com placa sinterizada. Lavar e secar o resíduo e em seguida incinerá-lo em
cadinho previamente tarado a 600 °C pesar o resíduo resultante: cada grama do resíduo equivale a
0,608 g de Na2SO4.

CONSERVAÇÃO

Conservar em frasco de vidro neutro, âmbar, bem fechado.

FORMA DERIVADA

Ponto de partida. Sulfato de Sódio anidro (Na2SO4).

Insumo inerte. Utilizar lactose até 3CH ou 6 DH e para as demais, seguir a regra geral de
preparação de formas farmacêuticas derivadas.

Método. Hahnemanniano (XI.I), Korsakoviano (XI.II), Fluxo Contínuo (XI.III); Farm. Hom. Bras.
II,1997.

Dispensação. A partir da 1CH ou 1DH seguindo regra geral de dispensação.

Conservação. Em frasco de vidro neutro, âmbar, bem fechado, ao abrigo da luz e do calor.

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