NATRUM CARBONICUM

Para que serve folheto informativo, informação para o utilizador

Folheto / Bula do Medicamento


Recomendações

  • Sempre verifique que não é alérgica a nenhum dos componentes
  • Lembre-se, sempre verifique com seu médico, a informação que nós oferecemos é indicativa e não de forma alguma substituir a de seu médico ou outro profissional de saúde.


NATRUM CARBONICUM


Na CO .H O; 124,01
2
3
2

Sinonímia homeopática. Natrii carbonas monohydricus, Carbonas natricus, Sodii carbonas,
Natrium carbonicum.

Nome químico. carbonato de sódio monoidratado.

DESCRIÇÃO

Caracteres físico-químicos. Pó cristalino incolor ou branco, inodoro, de sabor salgado. Sua
solução é alcalina. Estável ao ar em condições normais e efloresce quando exposto ao ar seco a 50
°C e quando aquecido a 105 °C perde sua água de cristalização.

Solubilidade. Solúvel em água (1:3). Praticamente insolúvel em etanol.

o
Ponto de fusão. 854 C

o
Densidade relativa (V.2.5) F. Bras. IV. 2,25g/ml a 20 C

Incompatibilidades. Ácidos em geral e sais ácidos, alcalóides e seus sais e derivados, sais
metálicos em geral, sais solúveis de cálcio, bário, magnésio e estrôncio.

ESPECIFICAÇÃO

Contém no mínimo 83% e no máximo 86% de Na CO .
2
3

IDENTIFICAÇÃO

A. Dissolver 1 g do sal em água purificada e diluir a 10 ml (Solução A). Esta solução é fortemente
alcalina. A adição de 0,2 ml de solução de fenolftaleína SI torna a solução vermelha.

B. Tratar 1 g da amostra com 20 ml de solução de ácido clorídrico M. Observa-se desprendimento
de gás incolor que ao reagir com hidróxido de cálcio SR, forma imediatamente precipitado branco.

C. Umedecer a alça de platina com a Solução A e levar à zona redutora da chama do bico de
Bunsen. Observa-se chama não luminosa de cor amarela intensa, a qual não é observada quando se
lhe interpõe lâmina de vidro azul-de-cobalto.

ENSAIOS DE PUREZA

Hidróxidos alcalinos e bicarbonatos. Dissolver 0,4 g da amostra em 20 ml de água purificada,
adicionar 20 ml de cloreto de bário 6% (p/V) e filtrar. A 10 ml do filtrado, adicionar 0,1 ml de
fenolftaleína SI. A solução não deve tornar-se vermelha. Aquecer o restante do filtrado até a
ebulição por 2 minutos. A solução deve permanecer clara.

Cloretos. Dissolver 0,4 g da amostra em água purificada, adicionar 4 ml de ácido nítrico 2 M e
diluir a 15 ml com água purificada. Verter esta solução para um tubo de ensaio contendo 1 ml de
nitrato de prata 0,1 M (Solução teste). Preparar outra solução da mesma maneira, usando 10 ml de
solução padrão de cloreto (5 ppm) em 5 ml de água purificada (Solução padrão). Deixar os tubos
protegidos da luz e após 5 minutos examiná-los lateralmente contra fundo negro. A opalescência
observada na Solução teste não deverá ser mais intensa que a da Solução padrão.

Perda por secagem. A secagem de 1 g do sal à temperatura entre 100-105 ºC por 2 horas. Não deve
perder menos de 13,8% e não mais de 15,2% da massa.

DOSEAMENTO

Dissolver aproximadamente 2 g do sal, pesado com precisão de 1 mg, em 25 ml de água purificada.
Adicionar 0,5 ml de verde de bromocresol SI e titular, lentamente e com agitação constante, com
solução padronizada de ácido clorídrico M até a solução mudar para a cor verde. Aquecer a solução
até a ebulição por 2 minutos, esfriar e continuar a titulação até o aparecimento da cor amarela. Cada
ml da solução de ácido clorídrico M corresponde a de 0,053 g de Na CO .
2
3

CONSERVAÇÃO

Em frasco de vidro neutro, âmbar, bem fechado, ao abrigo da luz e do calor.

FORMA DERIVADA

Ponto de partida. Carbonato de sódio monoidratado (Na CO .H O).
2
3
2
Insumo inerte. Utilizar lactose até 3CH ou 6 DH e para as demais, seguir a regra geral de
preparação de formas farmacêuticas derivadas.

Método. Hahnemanniano (XI. I), Korsakoviano (XI.II), Fluxo Contínuo (XI.III); Farm. Hom. Bras.
II, 1997.

Dispensação. A partir da 1CH ou 1DH seguindo regra geral de dispensação.

Conservação. Em frasco de vidro neutro, âmbar, bem fechado.