Ibuprofeno Codramol

Para que serve folheto informativo, informação para o utilizador

Folheto / Bula do Medicamento


Recomendações

  • Sempre verifique que não é alérgica a nenhum dos componentes
  • Lembre-se, sempre verifique com seu médico, a informação que nós oferecemos é indicativa e não de forma alguma substituir a de seu médico ou outro profissional de saúde.




Folheto informativo: Informação para o doente
Ibuprofeno Codramol 200 mg granulado para solução oral
Ibuprofeno
Leia com atenção todo este folheto antes de começãr a tomar este medicamento, pois
contém informação importante para si.
- Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente.
- Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico.
- Este medicamento foi receitado apenas para si. Não deve dá-lo a outros.O medicamento
pode ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sinais de doençã.
- Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não
indicados neste folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Ver secção 4.
O que contém este folheto:
1. O que é Ibuprofeno Codramol e para que é utilizado
2. O que precisa de saber antes de tomar Ibuprofeno Codramol
3. Como tomar Ibuprofeno Codramol
4. Efeitos secundários possíveis
5. Como conservar Ibuprofeno Codramol
6. Conteúdo da embalagem e outras informações

1. O que é Ibuprofeno Codramol e para que é utilizado
Ibuprofeno Codramol é um granulado para solução oral.
Apresentação: Ibuprofeno Codramol 200 mg, caixas contendo 14, 20, 30 ou 60 saquetas.
É possível que não se encontrem todas as apresentações comercializadas.
Ibuprofeno Codramol 200 mg, esta indicado no tratamento sintomático das seguintes
situações:
-Como analgésico: Dor pós-traumática (entorses, contusões, luxações, fracturas), dor pós-
cirúrgica (cirurgia geral, episiotomia, extracção dentária), odontalgias, cefaleia e
dismenorreia.
-Como antipirético:no tratamento asintomático da febre.

2. O que precisa de saber antes de tomar Ibuprofeno Codramol
Não tome Ibuprofeno Codramol
- Hipersensibilidade conhecida ao princípio activo ou outros AINEs ou a qualquer outro
componente de Ibuprofeno Codramol .
- Pacientes que tenham experimentado crises de asma, rinite aguda, urticária, edema
angioneurótico ou outras reacções do tipo alérgico após terem utilizado substâncias de
acção semelhante (por exemplo Ácido acetilsalicílico ou outros AINEs).



- História de hemorragia gastrointestinal ou perfuração, relacionada com terapêutica
anterior com AINE.
- Úlcera péptica/hemorragia activa ou história de úlcera péptica/hemorragia recorrente
(dois ou mais episódios distintos de ulceração ou hemorragia comprovada)
- Doença inflamatória intestinal.
- Insuficiência cardíaca grave.
- Disfunção hepática grave.
- Disfunção renal grave.
- Pacientes com diátese hemorrágica ou outros transtornos da coagulação.
- Gravidez (ver - Efeitos em grávidas).
Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz durante o
menor período de tempo necessário para controlar os sintomas (ver “Como tomar
ibuprofeno Codramol” e informação sobre os riscos GI e cardiovasculares em seguida
mencionada.
Tome especial cuidado com Ibuprofeno Codramol
Nas seguintes situações:
- História de úlcera gástrica ou duodenal
- História de colite ulcerosa ou doença de Crohn
- História de doença renal ou hepática (fígado)
- Situações edematosas (retenção de líquidos)
- História de doença cardíaca ou hipertensão arterial.
- Asma ou qualquer outro transtorno respiratório.
- Se está em tratamento para uma infecção, uma vez que o Ibuprofeno Codramol, pode
mascarar a febre, que é um sinal importante de infecção.
- Se tem Lúpus Eritematoso ou outra colagenose
O risco de hemorragia, ulceração ou perfuração gastrointestinal é maior com doses mais
elevadas de AINE, em doentes com história de úlcera péptica, especialmente se associada
a hemorragia ou perfuração e em doentes idosos. Nestas situações deve informar o seu
médico sobre a ocorrência de sintomas abdominais e de hemorragia digestiva, sobretudo
nas fases iniciais do tratamento.
Devem ser tomadas precauções nos idosos com insuficiência renal ligeira a moderada, ou
com insuficiência cardíaca com predisposição para retenção hidrossalina, dado que o uso
de AINE pode deteriorar a função renal.
Caso padeça de uma doença cardíaca, renal ou hepática, tem mais de 60 anos ou necessita
de tomar este medicamento de forma prolongada (mais de 1 ou 2 semanas), é possível
que o seu médico mande efectuar controlos de forma regular. O seu médico indicar-lhe-á
a frequências destes exames.
Os dados dos ensaios clínicos epidemiológicos sugerem que a administração de
ibuprofeno, em particular de doses elevadas (2400 mg diárias) e durante longos períodos
de tempo poderá estar associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos



arteriais (por exemplo enfarte do miocárdio ou AVC). Em geral, os estudos
epidemiológicos não sugerem que doses baixas de ibuprofeno (ex.: 1200 mg diários)
estejam associadas a um maior risco de enfarte do miocárdio.
O risco é maior com doses mais elevadas e em tratamentos prolongados. Não deve ser
excedida a dose recomendada nem o tempo de duração do tratamento.
Se tem problemas cardíacos, sofreu um AVC ou pensa que pode estar em risco de vir a
sofrer destas situações (por exemplo se tem pressão sanguínea elevada, diabetes, elevados
níveis de colesterol ou se é fumador) deverá aconselhar-se sobre o tratamento com o seu
médico ou farmacêutico.
Tal como outros AINE, ibuprofeno deve ser administrado com precaução em doentes
idosos que tomem concomitantemente inibidores ECAs ou antagonistas da angiotensina.
Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ser analisada a necessidade de
monitorizar a função renal após o início da terapêutica concomitante, e periodicamente
desde então. Como todos os AINE, ibuprofeno pode mascarar sinais de infecção. No
início de tratamento, ibuprofeno tal como outros AINE, deve ser administrado com
precaução em doentes com considerável desidratação.
Tal como outros AINE, a administração prolongada de ibuprofeno tem resultado em
necrose papilar renal e noutras alteraçôes renais patológicas. Também têm sido
observados casos de toxicidade renal em doentes nos quais as prostaglandinas têm uma
função compensatória na manutenção da perfusão renal. Nestes doentes, a administraãó
de AINE poderá causar um decréscimo na formação de prostaglandinas dependente da
dose e, secundariamente, no fluxo sanguíneo renal, o queal pode precipitar uma
descompensação renal evidente. Os doentes em maior risco para esta reacção são aqueles
que apresentam disfunção renal, insuficiência cardíaca, disfunção hepática, os que toman
diuréticos e inibidores da ECA e doentes idosos. A descontinuação da terapêutica com
AINE é generalmente seguida de uma recuperação para o estado pré-tratamento.
Devem ser tomadas precauções especiais em doentes asmáticos ou com história prévia de
asma brônquica, uma vez que ibuprofeno pode desencadear um quadro de
broncoespasmo nesses doentes.
Em raras ocasiões, observou-se a ocorrência de meningite asséptica em doentes em
terapêutica com ibuprofeno. Embora, seja mais provável a ocorrência em doentes com
lúpus eritematoso sistémico e doenás relacionadas como o tecido conjuntivo, têm sido
reportados casos de meningite asséptica em doentes sem doença crónica subjacente.
A função hepática deve ser cuidadosamente monitorizada em doentes tratados com
ibuprofeno que refiram sintomas compatíveis com lesão hepática (anorexia, náuseas,
vómitos, icterícia) e/ou desenvolvam alterações da função hepática (transaminases,
bilirrubina, fosfatase alcalina, gama-GT). Perante a presença de valores de transaminases,
bilirrubina conjugada ou fosfatase alcalina superiores a 2 vezes o valor superior do
normal, o medicamento deverá ser suspenso de imediato e deve ser iniciada investigação
para esclarecimento da situação. A reexposição ao iburpofeno deve ser evitada.



Têm sido muito raramente notificadas reacções cutâneas graves, algumas das quais fatais,
incluindo dermatite esfoliativa, síndroma de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica
tóxica, associadas à administração de AINE. Aparentemente o risco de ocorrência destas
reacções é maior no início do tratamento, sendo que na maioria dos casos estas reacções
se manifestam durante o primeiro mês de tratamento. Ibuprofeno Codramol deve ser
interrompido aos primeiros sinais de rash, lesões mucosas, ou outras manifestações de
hipersensibilidade.
Doentes que refiram alterações da visão durante o tratamento com ibuprofeno, deverão
suspender a terapêutica e ser submetidos a exame oftalmológico.
Estão descritos casos de agravamento de inflamação associada a certas infecções
(desenvolvimento de fasceíte necrotizante) em doentes sujeitos a terapêutica com AINEs.
Pode ser mais difícil engravidar durante o tratamento com Ibuprofeno Codramol. Caso
esteja a planear engravidar ou se tiver problemas em engravidar deverá informar o seu
médico.
Ibuprofeno Codramol não deve ser utilizado no tratamento da febre alta (superior a
38.5ºC), febre superior a 3 dias ou febre recorrente, excepto se prescrito pelo médico,
pois estas situações podem ser indicativas de doença grave requerendo avaliação e
tratamento médico.
Tomar Ibuprofeno Codramol com outros medicamentos
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente
outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica
Em geral, os AINEs devem empregar-se com precaução quando se administram com
outros fármacos que podem aumentar o risco de úlcera gastrointestinal, hemorragia
gastrointestinal ou disfunção renal.
Não se recomenda o seu uso concomitante com:
- Outros AINEs: O risco de efeitos adversos aumenta se administrado Ibuprofeno
Codramol com outros AINEs ou com ácido acetilsalicílico. No entanto, é permitido, em
geral, a administração concomitante com uma dose diária baixa de ácido acetilsalicílico
(100 mg por dia).
- Varfarina, ticlopidina ou outros medicamentos utilizados para “fluidificar” o sangue e
evitar o aparecimento de coágulos (anticoagulantes): Os AINEs podem potenciar os
efeitos dos anticoagulantes sobre o tempo de hemorragia.
- Agentes anti-agregantes plaquetários e inibidores selectivos da recaptação de
serotonina: aumento do risco de hemorragia gastrointestinal.
- Lítio (medicamento utilizado para tratamento da depressão): Os AINEs podem
aumentar os níveis plasmáticos de lítio e potenciar as reacções adversas deste
medicamento. Se tem que tomar lítio e Ibuprofeno Codramol, o seu médico poderá ter
que diminuir a dose de lítio.
- Metotrexato: Se se administram AINEs e metotrexato dentro de um intervalo de 24
horas, pode produzir-se um aumento dos níveis no sangue de metotrexato e dos efeitos



adversos deste medicamento. O seu médico poderá aconselhá-lo a não tomar Ibuprofeno
Codramol se se encontra em tratamento com doses elevadas de metotrexato.
- Hidantoínas como a fenitoína (utilizadas no tratamento da epilepsia).
- Sulfamidas como o sulfametoxazol e o cotrimoxazol (utilizado para o tratamento de
algumas infecções bacterianas).
- Corticosteróides como a cortisona e a prednisolona. O uso concomitante com
corticosteróides pode aumentar o risco de ulceração ou hemorragia gastrointestinal.
- Ciclosporina: A administração de AINE e ciclosporina apresneta um risco aumentado
de nefrotoxicidade.
- Aminoglicosídeos: Os AINE podem disminuir a eliminação dos aminoglicósideos.
- Ginkgo Biloba: pode potencias o risco de hermorragia.
- Mifepristona: não se deve tomar um AINE durante 8-12 dias após a administração de
mifepristona, uma vez que os AINE podem reduzir os efeitos da mifepristona.
- Antibióticos do grupo das quinolonas: Dados em animais indicam que os AINE, em
associação com antibióticos da classe das quinolonas, podem aumentar o risco de
convulsões. Os doentes a tomar AINE e quinolonas podem apresentar um risco
aumentado de desenvolver convulsões.
- Tacrolímus: Possível risco aumentado de nefrotoxicidade quando um AINE é
administrado com tacrolímus
- Zidovudina: Risco aumentado de toxicidade hematológica quando um AINE é
administrado com zidovudina. Há evidência de risco aumentado de hemartroses e
hematoma em doentes hemofílicos com HIV (+) recebendo tratamento concomitante com
zidovudina e outros AINE
- Diuréticos, Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECA) e Antagonistas
da Angiotensina II (AAII): Os anti-inflamatórios não esteróides (AINE) podem diminuir
a eficácia dos diuréticos assim como de outros medicamentos antihipertensores.
Nalguns doentes com função renal diminuída (ex.: doentes desidratados ou idosos com
comprometimento da função renal) a co-administração de um IECA ou AAII e agentes
inibidores da ciclooxigenase pode ter como consequência a progressão da deterioração da
função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que é normalmente
reversível. A ocorrência destas interacções deverá ser tida em consideração em doentes a
tomar ibuprofeno em associação com IECA ou AAII.
Consequentemente, esta associação medicamentosa deverá ser administrada com
precaução, sobretudo em doentes idosos. Os doentes devem ser adequadamente
hidratados e deverá ser analisada a necessidade de monitorizar a função renal após o
início da terapêutica concomitante, e periodicamente desde então.
- Fluconazol
- Pentoxifilina
- Probenecid
- Sulfimpirazona
- Sulfonilureias como a tolbutamida
Podem surgir alterações de exames complementares de análise.
Os dados dos estudos epidemiológicos sugerem um aumento do risco de abortos
espontâneos cardíacos e de gastoschisis na sequência da utilização de um inibidor da
síntese das prostaglandinas no início da gravidez. Deste modo, ibuprofeno Codramol não



deverá ser administrado durante o 1º e 2º trimestre de gravidez, a não ser que seja
estritamente necessário.
A administração de ibuprofeno Codramol está contra-indicado durante o terceiro
trimestre de gravidez.
Gravidez e amamentação
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.
Os dados dos estudos epidemiológicos sugerem um aumento do risco de aborto
espontâneo, de malformações cardíacas e de gastroschisis na sequência da utilização de
um inibidor da síntese das prostaglandinas no início da gravidez. Deste modo, Ibuprofeno
Codramol não deverá ser administrado durante o 1º e 2º trimestre de gravidez, a não ser
que seja estritamente necessário.
A administração de ibuprofeno Codramol está contra-indicada durante o terceiro
trimestre de gravidez.
Devido à ausência de estudos clínicos, não se recomenda a utilização de Ibuprofeno
Codramol em mulheres a amamentar
Condução de veículos e utilização de máquinas
Os pacientes que experimentem tonturas, vertigens, alterações visuais ou outros
transtornos do sistema nervoso central, após a administração de Ibuprofeno, deverão
abster-se de conduzir ou utilizar máquinas.
Se se administra uma dose única de Ibuprofeno, ou durante um período curto, não é
necessário adoptar precauções especiais.
Informação importante sobre alguns dos componentes de Ibuprofeno Codramol
Este medicamento contém uma fonte de fenilalanina. Pode ser prejudicial em indivíduos
com fenilcetonúria.
Este medicamento contém como excipiente sacarose; se foi informado pelo seu médico
que tem intolerância a alguns açúcares, contacte-o antes de tomar este medicamento.

3. Como tomar Ibuprofeno Codramol
Tome este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico ou farmacêutico.
Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.
A dose habitual no adulto e crianças acima de 12 anos de idade deve ser de 200 mg de 8
em 8 horas podendo em caso de necessidade ser de 2 saquetas em cada toma não devendo
ultrapassar 6 saquetas por dia repartidas em 3 ou 4 tomas diárias.
A administração em crianças com idade inferior a 12 anos deve ser feita mediante
prescrição médica.
O intervalo entre as doses depende da evolução dos sintomas, mas nunca será inferior a 4
horas.
Não deve ser usado em crianças com idade inferior a 8 anos.



Idosos
A farmacocinética do Ibuprofeno não se altera nos pacientes idosos, pelo que não se
considera necessário modificar a dose nem a frequência de administração.
No entanto, tal como para outros AINEs, deverão adoptar-se precauções no tratamento
destes pacientes, que são geralmente mais propensos aos efeitos secundários e têm mais
probabilidade de apresentarem alterações da função renal, cardiovascular ou hepática e de
receber medicação concomitante. Recomenda-se, por isso, iniciar o tratamento com a
dose terapêutica mais baixa. Apenas após verificar que existe uma boa tolerância, poderá
aumentar-se a dose até alcançar a estabelecida para a população em geral.
Insuficientes renais
Convém adoptar precauções quando se utilizam AINEs em doentes com insuficiência
renal.
Em doentes com disfunção renal leve ou moderada deverá reduzir-se a dose inicial. Não
se deverá utilizar Ibuprofeno em doentes com insuficiência renal grave (ver secção
Contra-indicações).
Insuficientes hepáticos
Embora não se tenham observado diferenças no perfil farmacocinético do Ibuprofeno em
doentes com insuficiência hepática, aconselha-se a adopção de precauções com o uso de
AINEs nestes doentes. Os doentes com insuficiência hepática leve ou moderada deverão
iniciar o tratamento com doses reduzidas e ser cuidadosamente vigiados. Não se deverá
utilizar Ibuprofeno em doentes com insuficiência hepática grave (ver secção Contra-
indicações).
Forma e via de administração
Este medicamento é administrado por via oral.
Verter o conteúdo de uma saqueta num copo de água, agitar até homogenização e ingerir
de imediato. Pode administrar Ibuprofeno Codramol fora ou durante as refeições.
Se o seu médico lhe indicar a duração do tratamento com Ibuprofeno Codramol, não
suspenda o tratamento antes, já que poderá não obter os resultados esperados. Do mesmo
modo, não administre um medicamento durante mais tempo do que o recomendado pelo
médico.
Se julga que a acção do Ibuprofeno Codramol, é exagerada ou insuficiente, deve
comunicá-lo ao seu médico ou farmacêutico.
Se tomar mais Ibuprofeno Codramol do que deveria
Caso tenha ingerido mais Ibuprofeno Codramol, do que deve, consulte imediatamente o
seu médico ou farmacêutico.
Em caso de ingestão de quantidades importantes deverá ser administrado carvão activado.
A lavagem gástrica será efectuada se ingeriu quantidades importantes e durante os 60
minutos seguintes à ingestão.
Caso se tenha esquecido de tomar Ibuprofeno Codramol



Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Caso se tenha esquecido de tomar uma dose, administre-a logo que se recorde. No
entanto, se a hora da administração seguinte está muito próxima, ignore a dose esquecida
e administre a seguinte no horário habitual.
Se parar de tomar Ibuprofeno Codramol
Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico
ou farmacêutico.

4. Efeitos secundários possíveis
Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários,
embora estes não se manifestam em todas as pessoas.
Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários
não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.
Frequentes (?1/100, <1/10): dispepsia, diarreia, náuseas, vómitos, dor abdominal,
erupção cutânea, fadiga ou sonolência, cefaleia, tonturas e vertigens, hematológicas (pode
prolongar o tempo de hemorragia), edema, hipertensão arterial, e insuficiência cardíaca,
têm sido notificados em associação ao tratamento com AINE. Os dados dos ensaios
clínicos e epidemiológicos sugerem que a administração de Ibuprofeno, particularmente
em doses elevadas (2400 mg diários) e em tratamento de longa duração poderá estar
associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais (por exemplo
enfarte do miocárdio ou AVC), nefrite intersticial, síndrome nefrótico e insuficiência
renal.
Pouco frequente (?1/1.000, <1/100): hemorragias e úlceras gastrointestinais (em
particular nos idosos), estomatite ulcerosa, flatulência, diarreia, obstipação, hematemeses,
melenas, estomatite aftosa, exacerbações de colite ou doença de Crohn e gastrite.
Em raras ocasiões (?1/10.000, <1/1.000): transtornos hematológicos correspondem a
trombocitopénia, leucopénia, granulocitopénia, pancitopénia, agranulocitose, anemia
aplástica ou anemia hemolítica, alterações da função hepática, hepatite e icterícia com
Ibuprofeno racémico.
Em muito raras ocasiões (<1/10.000): reacções bolhosas incluindo síndroma de Stevens-
Johnson e necrólise epidérmica tóxica.
- Infecções e infestações: Meningite asséptica (com febre ou coma); Rinite
- Doenças do sistema imunitário: Reacções anafilácticas (anafilaxia); doença do soro
(síndroma do soro)
- Perturbações do foro psiquiátrico: Alucinações, Estado de confusão; Depressão;
Nervosismo; Influência sobre a estabilidade (estabilidade emocional)



- Afecções oculares: Alterações da visão; Conjuntivite; Diplopia; Cromatopsia
(alterações cromáticas da visão); Ambliopia; Cataratas; Nevrite óptica; Escotomas
- Afecções do ouvido e do labirinto; Acufenos; Vertigens; Hipoacusia (disminução da
acuidade auditiva)
- Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: Asma; Dispneia; Broncoespasmo;
Epistaxe; Pneumonia eosinófilica (pneumonia a eosinófilos)
- Afecções hepatobiliares: Hepatite; Icterícia; Insuficiência hepática; Anomalias da
função hepática.
- Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: Exantema; Urticária; Edema
angionuerótico; Síndroma de Stevens- Johanson; Prurido; Dermatite bolhosa (erupções
vesiculo-bolhosas); Exantema máculo-papular (eritema cutâneo de tipo máculo- papular);
Alopécia; Púrpura; Eritema nodoso; Necrólise epidérmica tóxica (síndroma de Lyell);
Eritema multiforme; Reacções de fotosensibilidade; Acne; Púrpura Henoch-Schonlein
(vasculite)
- Doenças renais e urinárias: Insuficiência renal aguda; Insuficiência renal; Síndroma
nefrótico; Hematúria; Disúria; necrose papilar renal; Nefrite intersticial; Nefrite tubulo-
intersticial (nefropatia tubulo-intersticial aguda); Azotémia; Poliúria; Insuficiência renal
crónica.
- Doenças dos órganos genitais e da mama: Ginecomastia; Menorragia
- Alterações dos exames complementares de diagnóstico: Aumento da alanina
aminotransferase (ALT); Aumento de aspartato aminotransferase (AST); Aumento da
fosfatase alcalina sanguínea; Aumento da gamaglutamiltransferase (@-GT); Diminuiçao
da depuraçao renal da creatinina; Diminuçao da Hemoglobina.
Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários
não mencionados neste folheto, informe a seu médico ou farmacêutico.

5. Como conservar Ibuprofeno Codramol
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Manter na sua embalagem original.
Não são necessárias condições especiais de conservação.
Não utilize este medicamento após o prazo de validade impresso na embalagem exterior.
O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao
seu farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas
ajudarão a proteger o ambiente.

6. Conteúdo da embalagem e outras informações
Qual a composição de Ibuprofeno Codramol
A substância activa é ibuprofeno.
Cada saqueta de granulado para solução oral contém 200 mg de ibuprofeno



Os outros componentes são: L-arginina; aspartamo (E951); sacarose compressível;
bicarbonato de sódio; sacarina sódica, lauril sulfato de sódio, aroma de mentol (comtem
aromas naturais e goma arábica), aroma de menta (contém aromas naturais,
maltodextrina, amido de milho modificado sem glutem, glicerilo triacetato e pulegone)
Qual o aspeto de Ibuprofeno Codramol e conteúdo da embalagem
Apresenta-se em embalagens com 14, 20, 30 y 60 saquetas monodose.
Titular da Autorização de Introdução no Mercado
FARMALIDER, S.A.
C/ Aragoneses, 15,
28108 Madrid (España)
Fabricantes
TOLL MANUFACTURING SERVICES, S.L.
c/Aragoneses, 2 –
28108 Alcobendas- Madrid
Espanha
BIOCENTURY S.L
Parc Tecnológic Puig Roig
Ctra. N-II, km 714
17242 Quart – Gerona
Espanha
LAMP S. PROSPERO S.P.A.
Via della Pace, 24/A- 41030 San Prospero (MO)
Italia
Para quaisquer informações sobre este medicamento, queira contactar o representante
local do Titular da Autorização de Introdução no Mercado:
Portugal
Laboratorios Azevedos Industria Farmacêutica S.A
Estrada Nacional 117-2, 2614-503
AMADORA
e-mail: [email protected]
Medicamento sujeito a receita médica
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