ACIDUM ACETICUM

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Folheto / Bula do Medicamento


Recomendações

  • Sempre verifique que não é alérgica a nenhum dos componentes
  • Lembre-se, sempre verifique com seu médico, a informação que nós oferecemos é indicativa e não de forma alguma substituir a de seu médico ou outro profissional de saúde.



ACIDUM ACETICUM

C H O ; 60,06
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Sinonímia homeopática. Aceti acidum, Acetic acidum.

Nome químico. Ácido etanóico, ácido acético glacial, ácido acético.


DESCRIÇÃO

Caracteres físico-químicos. Líquido límpido, volátil, incolor, de odor ácido, penetrante, picante,
irritante, de sabor ácido. Solidifica-se a 16,7ºC como massa cristalina, em lâminas delgadas,
hexagonais, incolores e transparentes. Seus vapores são facilmente inflamáveis, queima produzindo
chama azulada.

Ponto de ebulição. 118 ºC.

Densidade relativa (V.2.5) F. Bras. IV. 1,05 g/ml, a 25 ºC.

Solubilidade. Miscível em todas as proporções com água, etanol, éter, acetona, clorofórmio,
benzeno e glicerina.

Incompatibilidades. Álcalis, carbonatos alcalinos, sais de ferro, glicosídeos, alguns óxidos,
fosfatos e lactose.


ESPECIFICAÇÃO

Contém, no mínimo, 99,4 % de C H O .
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IDENTIFICAÇÃO

A. Em tubo de ensaio, aquecer 5 ml da amostra com igual quantidade de etanol e gotas de ácido
sulfúrico concentrado. Observa-se a formação de acetato de etila, de odor característico.

B. Em tubo de ensaio, colocar 2 ml da amostra; adicionar gotas de solução de hidróxido de sódio a
10 % (p/V) até neutralização. Em seguida, acrescentar gotas de solução de cloreto férrico a 1 %
(p/V). Observa-se o desenvolvimento de cor vermelha escura a qual desaparece por adição de gotas
de solução de ácido clorídrico a 1 % (V/V).


ENSAIOS DE PUREZA

Ácido sulfúrico. Diluir 1 ml da amostra com 20 ml de água purificada. Adicionar gotas de solução
de cloreto de bário a 1 % (p/V). Não deve ser observada precipitação ou mesmo turvação.

Ácido clorídrico. Diluir 1 ml da amostra com 20 ml de água purificada. Adicionar gotas de solução
de nitrato de prata a 1 % (p/V). Não deve ser observada precipitação nem turvação.

Arsênio. Deve satisfazer o ensaio-limite para arsênio (V.3.2.5 – Método I) F. Bras. IV. No
máximo, 2 ppm.

Cloretos. Dissolver 5 ml da amostra com 15 ml de água purificada. A solução deve satisfazer o
ensaio-limite para cloretos (V.3.2.1) F. Bras. IV. No máximo, 20 ppm.

Metais pesados. Evaporar 5 ml da amostra em cápsula de porcelana, até a secura, em banho-maria
fervente. Tratar o resíduo obtido com 25 ml água purificada. A solução deve satisfazer o ensaio-
limite de metais pesados (V.3.2.3) F. Bras. IV. No máximo, 10 ppm.

Substâncias não voláteis. Em cápsula de porcelana previamente tarada, colocar 20 g da amostra.
Evaporar até a secura em banho-maria fervente; secar até peso constante em dessecador à vácuo
contendo dessecante. O resíduo não deve ser superior a 0,01 % (p/p) em relação à amostra inicial.


DOSEAMENTO

Em erlenmeyer contendo 50 ml de água purificada, adicionar 5 g da amostra pesada com precisão
de 1 mg; titular com solução padronizada de hidróxido de sódio M empregando como indicador
solução de fenolftaleína SI. Cada ml de hidróxido de sódio M consumido é equivalente a 0,060 g de
C H O .
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CONSERVAÇÃO

Em frasco de vidro neutro, âmbar, bem fechado, ao abrigo da luz e do calor.


FORMA DERIVADA

Ponto de partida. Ácido acético glacial (C H O ).
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Insumo inerte. Utilizar água purificada até 3CH ou 6 DH e para as demais, seguir a regra geral de
preparação de formas farmacêuticas derivadas.

Método. Hahnemanniano (XI.I), Korsakoviano (XI.II), Fluxo Contínuo (XI.III); Farm. Hom. Bras.
II,1997.

Dispensação. A partir da 1CH até 3CH ou da 3DH até 6DH, preparar em água purificada
(preparação extemporânea). A partir da 4CH ou 7DH seguir regra geral de dispensação.

Conservação. Em frasco de vidro neutro, âmbar, bem fechado, ao abrigo da luz e do calor.


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